disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
João 14:6
a frase surgiu duas vezes no meu caminho para casa. e relembrei do que havia dito Paramahamsa Vishwananda: “Deus vem em diferentes momentos e em diferentes aspectos para lembrar a humanidade do mesmo ensinamento essencial”. o amor é a única coisa que pode nos salvar e não digo no sentido romântico na palavra, mas é esse sentimento que nos permite o aperfeiçoamento, praticar caridade, a empatia e consequentemente, todas as boas ações vem da paz que reside no coração de quem adora a vida - a si e os outros.
o versículo ressoa em minha cabeça e preciso analisar em como surge a interpretação porque isso me atinge rápido como um meteoro.
eu sou o caminho; o caminho para a salvação - e não é um livramento para o inferno, mas para a libertação da ignorância que nos mantem mundanos, que faz com que criemos julgamentos e pré-conceitos.
a verdade; sua vinda trouxe ensinamentos que já eram difundidos em diversas culturas, mas com novas palavras para que os que não foram tocados pelas vericidades das leis espirituais de outros líderes pudessem encontrar a si e seus dogmas nessas. e não digo da conversão para o cristianismo, porque os grandes mestres não tinham religião. Jesus não era Cristão.
e a vida; apesar de ser um homem, Jesus representava na Terra, a grandiosidade do Criador ao estar em profunda conexão consigo, revela as possibilidades que a existência e conexão com o espiritual nos oferecem. ao estar aberto para a prática da transcendência, somos capaz de tudo. não somos apenas os limites do nosso corpo humano - que debilitasse e morre, pois antes disso, existimos em espírito - imortal - e isso é extraordinário.




